segunda-feira, outubro 24, 2005

Na constelação que lhe dei

Meu amor,
As palavras estão tranqüilas
E os mares brandos
Quando os corações estão em erupção

Com você me acalmaria
Sem você estou à beira do cais
Reclamando ao vento o seu regresso

Ventania afundou o barco da saudade
E na constelação que lhe dei
O caminho ainda é certo, pois brilha

Em cada noite escura
As trevas que nos ofende
Dá mais luz à esperança de um dia

De mil dias, de mil anos
Amando vou levando
Essa vontade de só amar

Não estou esperando
Você apontar numa caravela
No horizonte próximo

Há pensamentos que me distanciam da dor
Há lembranças que me transportam a você
Há esperanças que edificam a vida

Ao seu lado, ainda desenhada
Somente nas estrelas que lhe dei
Mas, quando regressar

Essas estrelas que guarda
Desmoronarão junto com o céu
Que firmará na terra o nosso paraíso

Onde os diáconos fugirão assustados
Com um amor que não é desse mundo
Com o nosso puro e etéreo amor divino...

1 Comments:

Anonymous Anônimo said...

Uma chuva de estrelas cadentes...
Que celebrem a comunhão existente no verdadeiro amor...

*...* ♠*...*

Ah! ...
As estrelas passaram a brilhar mais depois que você surgiu em minha vida, aliás, depois que você voltou para a minha vida... minha eterna vida!

*...*♣*...*

26/10/05 11:12  

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