O leve
Deslizo,
Desfaço em mil partículas de leveza
O mundo parece um passado
Telefonemas já não me chamam
Olhar partido, beijo de cinema
Histórias e dilações ferrenhas
Ficam na saída.
Estou vendo o que meus olhos não podem enxergar
Não me deixem recados,
De repente não existo mais
Mas depois eu volto
A juntar partículas e ouvir sirenes
Na mesa de jantar a escrever poemas
Com tanto sono...
Agora tento esquecer
Que penso em você mais que um segundo para querer
Despedaçar tudo e juntar o quê
Uma esperança e um beijo
Ainda não dado, eu vou viver
Por isso e em tudo
Levo o leve como nada...

2 Comments:
Juntar partículas de um corpo que se fesfaz e teima em sustentar uma alma que cresce absoluta em sua confiança, cada vez mais...
Sei como é deixar de existir...
Existindo em um mundo que já não satifaz...
E num sonho, (ah... quero tanto a realidade deste sonho!)
Só querer existir para alguém...
Só querer existir para você...
Linda poesia...
Linda como todas que faz...
Linda como tudo que vem de você...
E esse beijo...
Ai, rs... nem sei mais o que escrever...
Ôw meu Mar, te amo com toda a minha alma e por toda a eternidade... atééé... rs
("Fesfaz", rsrs, vai para o dicionário... não sei se isso te "satifaz", mas tá valendo rsrs...
O importante é que eu te amo...
E amo...
E amo...
E amo... ad infinitum! rs)
Postar um comentário
<< Home